A Universidade Livre Feminista Antirracista, desde 2022, está construindo pontes com feministas dos territórios que compõem a Comunidade de Países de Língua Portuguesa ( Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste).
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